Localização Atual

Leandro Mazzini Com Walmor Parente, Carol Purificação e Isabele Mendes
Escolhido como interlocutor do agronegócio com o Partido dos Trabalhadores, o ex-
deputado federal Neri Geller, salvo pelo da inelegibilidade e empossado como
Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, já chegou causando
constrangimento na pasta. Segundo interlocutores, ele quer influenciar em outros
órgãos, como na Secretaria de Defesa e na Companhia Nacional de
Abastecimento. Além disso, exonerou Cid Caldas da Coordenação Geral do Álcool e
Bioenergia, o que desagradou muito a União da Indústria da Cana-de-Açúcar. “Só pensa
em ser ministro e política”, alfineta um aliado.
Enquanto o Partido dos Trabalhadores foca a articulação na disputa por ,
deixa à deriva as outras capitais. O aliado PSB, mais atento, tem pedido ao vice-
presidente Geraldo Alckmin para receber pré-candidatos no anexo do Palácio. A fila é
grande toda semana. E Alckmin, naquele jeito manso e paciente para todos.

A turma suprapartidária da Esplanada que deseja ver Rui Costa pelas costas insiste em
enviar recados para o presidente Lula da Silva sobre uma “solução” que leve o chefe da
Casa Civil para o ministério da Defesa (José Múcio quer se “aposentar”) e Alexandre
Padilha volte para a Câmara com prêmio de consolo presidindo a Comissão de
Constituição e Justiça.
A operação da PF que fulminou o ex-presidente Jair Bolsonaro, ex-ministros e a cúpula
do PL foi baseada em apenas um anexo – “plano de golpe” – da vasta delação premiada
do tenente-coronel Mauro Cid. Há investigações avançadas sobre outros quatro anexos:
joias sauditas, golpistas do 8 de janeiro, gabinete do ódio e falsificação de carteiras de
vacinação.
Os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-
MG), adotaram uma estratégia para evitar holofotes e a imprensa. Sem constar nas
agendas oficiais – que devem ser públicas -, têm feito reuniões reservadas nas
respectivas residências. Foram três encontros às escondidas desde que voltaram do
recesso.

Senador Eduardo Girão (Novo-CE) fala em “coincidência” ao associar a recente
operação da PF e a pauta no Senado. Ele se refere à 42/2023, “que vai dificultar a
candidatura de militares”. Girão reafirma que o Senado é “o único que pode parar
abusos de ministros do STF, porque tem a possibilidade de fazer análise de
impeachments”.
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