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A utilização de energia solar por produtores rurais brasileiros deve crescer nos próximos anos, prevê Ramon Nuche, CEO da fabricante alemã de painéis solares AE Solar
“O produtor rural costuma ter acesso a crédito e linhas de financiamento de longo prazo. Portanto, fica bastante atrativo, para ele, fazer o investimento na geração solar, já que isso reduzirá o custo de energia e, consequentemente, de produção”, disse o executivo à BNamericas.
De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil superou, em janeiro, 26GW de geração solar distribuída em operação, dos quais aproximadamente 15% estão em zonas rurais.  
Segundo Nuche, o agronegócio do país lida, em muitos casos, com uma estrutura elétrica deficitária, recorrendo a geradores a diesel, que são caros e poluentes. 
O uso de energia solar no agronegócio pode ser voltado à irrigação do plantio, refrigeração da safra, carnes e laticínios, na regulação de temperatura para o cuidado animal, iluminação, segurança da propriedade rural, telecomunicações, entre outros.
“Hoje, faz todo sentido utilizar um sistema solar híbrido com bateria para irrigação, o que pode, inclusive, aumentar a produtividade do negócio”, assinalou Nuche.
Outro fator de estímulo ao uso de energia solar no campo é o fim dos descontos das tarifas de distribuição aos produtores rurais em 2023.
De olho nesse mercado, a AE Solar lançou um módulo solar desenhado para aplicação vertical, posicionando-se como uma cerca, ao invés dos tradicionais telhados solares.
“Eliminamos, ao máximo, o sombreamento, de modo que conseguimos aproveitar, com direcionamento leste-oeste, 100% do sol”, explicou o CEO da empresa.  
Painéis verticais da AE Solar.
Outro formato indicado é a instalação de painéis solares flutuantes em açudes, por exemplo.
Em 2023, as vendas da AE Solar cresceram 20% ante o ano anterior, considerando-se todos os segmentos de clientes. A companhia ainda não fechou uma projeção para 2024.
Um dos focos da AE Solar este ano serão os projetos de geração distribuída GD1 – isto é, aqueles que estão isentos da cobrança pelo uso do sistema de distribuição – que estão na fila para serem conectados à rede.
“Então estamos fazendo parceria com os epecistas, trazendo soluções financeiras e técnicas”, disse Nuche.
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