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Arnaldo Jardim participou de evento do agronegócio em São Paulo e defendeu, ainda, ampliar opções de captação de crédito no mercado financeiro
O deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), vice-presidente da Frente Parlamentar do Agronegócio, esteve no Global Agribusiness Festival (GAFFFF), realizado no Allianz Parque, em São Paulo, entre quinta-feira (27) e sexta-feira (27). O parlamentar afirmou que o volume de recursos que será anunciado para o Plano Safra deste ano será insuficiente para atender às necessidades do setor rural.
Segundo Jardim, a Frente Parlamentar do Agronegócio, com base em dados da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Organização das Copperativas Brasileiras (OCB) apresentou uma demanda de crédito da ordem de R$ 560 bilhões. No ano passado, a estimativa era de R$ 570 bilhões, mas foram concedidos R$ 451 bilhões.
O depurado disse ao SBT News que as negociações previam R$ 520 bilhões em créditos, mas o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, acenou com R$ 475 bilhões para este Plano Safra, o que o parlamentar julga insuficiente para suprir as necessidades do setor agro. O anúncio do Plano Safra estava previsto para esta quarta, mas foi adiado para o próximo dia 3 de julho.
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Jardim destacou, porém, a importância de diversificar as fontes de financiamento para o agro, além do Plano Safra. Atualmente, existem 100 Fiagros (Fundos de Investimento em Agronegócio) que mobilizam R$ 40 bilhões, representando mais de 1,2 milhões de investidores. O deputado enfatizou a necessidade de buscar alternativas no mercado de capitais, aumentando a participação do agronegócio brasileiro na economia.
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Ele ressaltou que o agronegócio representa 24% do PIB brasileiro, porcentual que pode chegar a 35% quando incluída a agroindústria. "No entanto, a presença de empresas do setor agro na bolsa de valores ainda é pequena, representa atualmente apenas 2%", afirmou. Jardim acredita que a tendência é aumentar essa participação com a profissionalização do setor e o lançamento de novas ações no mercado de capitais.
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