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Augusto Diniz

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Realizado na quinta (27) e sexta (28), o GAFFFF – Global Agribusiness Festival, organizado pela XP e Datagro e realizado no Alianz Parque, na capital paulista, teve ampla programação cultural e também de debates em torno do futuro do agronegócio.
Marcela Ungaretti, head de research ESG da XP, fez um balanço, nesta segunda-feira (1), no Morning Call da XP, sobre evento. Ela apontou três pilares importantes debatidos na sessão de palestras do GAFFF. O primeiro deles foi a sustentabilidade.
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“Conforme o cenário de mudanças climáticas se torna mais alarmante, os painelistas reforçaram a importância de se buscar cada vez mais maior produtividade agrícola, somada a preservação ambiental”, ressaltou a analista.
Há uma visão de que as mudanças climáticas estão ocorrendo mais rápidas do que se previa. Segundo a equipe do research da XP, elas representam hoje um risco real.
O segundo tema destacado por Marcela Ungaretti foi a parte de biocombustível e como o Brasil vem avançando na transição energética.
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“Eles (painelistas do evento) destacaram que a matriz energética majoritariamente limpa do Brasil acaba tendo um diferencial extremamente importante, e que os biocombustíveis possuem um papel fundamental quando se pensa na descarbonização”, afirma a head.
De acordo com a analista, isso reforça inclusive o papel do Brasil nessa questão no mundo, numa perspectiva mais ampla. O research da XP pontua também a busca das empresas pela emissão zero de carbono no processo produtivo.
A terceira mensagem captada pela analista nas palestras do GAFFFF foi em relação à tecnologia, inovação e regulamentação.
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“No tema de regulamentação, vale destacar os programas que foram bastante mencionados pelos painelistas. O primeiro deles em relação ao Mover”, relata ela. O programa de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), do governo federal, estimula investimentos e aumenta as exigências de descarbonização da frota automotiva brasileira, incluindo carros de passeio, ônibus e caminhões.
Outro programa citado, segundo ela, é o que está inserido no Projeto de Lei “Combustível do Futuro”, que prevê o desenvolvimento do combustível verde. “A gente vem reforçando bastante que ele pode destravar agendas importantes nesse grande tema dos biocombustíveis”, afirma ela.
O terceiro tema dentro da regulamentação tratado no evento diz respeito ao Renovabio, que visa a expansão da produção do biocombustível no país, essencial para a transição energética.
CEO de um dos maiores bancos da Europa se juntou a outros executivos do setor financeiro que têm alertado para altos custos da transição energética
O Brasil pode se favorecer caso a disputa se torne mais acirrada, baseado no que aconteceu no passado recente
Augusto Diniz

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