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Estava todo mundo esperando o lançamento do Plano Safra 2024/25, no último dia 26 de junho, mas a expectativa foi frustrada. De última hora, o governo federal adiou o evento e jogou um balde de água fria no setor agropecuário. Esse é o tema do Campo & Cia dessa semana, com participação de Ana Paula Kowalski, do Departamento Técnico e Econômico do Sistema FAEP/SENAR-PR.
Ana lembra do posicionamento contrário de inúmeras entidades envolvidas com o setor produtivo — incluindo o Sistema FAEP/SENAR-PR. “A repercussão foi a pior possível”, cravou Ana Paula. “No dia 1º de julho, começa o novo ano-calendário e é justamente por isso que a gente teve um posicionamento tão contrário e imediato a esse adiamento, porque nunca vimos um plano safra ser lançado quando já deveria estar em vigor”, completou a especialista.
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É importante que o plano seja divulgado com antecedência, segundo Ana, para poder fazer todos os ajustes necessários junto às instituições financeiras. “As regras anunciadas durante o evento de lançamento do Plano Safra levam um tempo até serem aprovadas pelo Conselho Monetário para começarem a funcionar. Então a gente tem um atraso de todo uma cadeia e um processo, o que acaba penalizando o produtor na hora de contratar o crédito”, explicou.
No dia 25 de junho, o Sistema FAEP/SENAR-PR publicou uma nota de repúdio se posicionando de forma contrária ao adiamento. “Essa mudança tem impacto direto no planejamento de milhares de agricultores e pecuaristas do Paraná e dos demais Estados, já que a safra começa oficialmente no dia 1º de julho”, enfatizou o documento. “Desta forma, produtoras e produtores rurais vão começar a temporada em meio às incertezas”, completou a instituição.
Com esse adiamento, alguns números já foram anunciados pelas autoridades. Entre eles está o montante de recursos para crédito, que deve ficar em R$ 475,6 bilhões, abaixo do pedido de R$ 565 bilhões feito pelo setor produtivo. Outro ponto de atenção está em relação às taxas de juros. A solicitação das entidades representativas do agro é que os percentuais ficassem no máximo em 9% nas linhas de investimento, mas o teto deve chegar a 12%, acima da taxa Selic de 10,5%.
(Com FAEP)

(Redação Sou Agro/Sou Agro)
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