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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enalteceu, nesta quarta-feira (3/7), o diálogo dele com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), também conhecida como bancada do agronegócio. A fala foi dada durante discurso na cerimônia de lançamento do Plano Safra 2024/2025.
Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou R$ 400,59 bilhões para fomento ao agronegócio (leia detalhes abaixo).
“Tenho tido o prazer de conversar com a Frente Parlamentar da Agricultura, por ocasião da conclusão das negociações em torno da reforma tributária. Nós sabemos que é uma bancada forte, mas é uma bancada que tem sido respeitosa em relação ao projeto de país”, iniciou Haddad.
Na sequência, ele salientou que o povo brasileiro tem apreço e orgulho pela sua agropecuária e pelas inovações introduzidas, citando projetos de baixa emissão de carbono, como o biodiesel e o carro híbrido flex brasileiro.
“A relação tem sido muito respeitosa. Eu tenho recebido a FPA no gabinete inúmeras vezes, com muitas pautas importantes para o Brasil, e eu penso que isso é demonstração de maturidade da nossa classe empresarial, dos nossos agricultores em geral”, frisou o ministro da Fazenda.
Os elogios de Haddad foram feitos logo após o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, admitir, sem citar nomes de pessoas ou organizações, que há quem não goste do atual governo.
“Mas nós não estamos aqui participando de um concurso de simpatia. Nós estamos aqui trabalhando para fazer o Brasil dar certo. Nós estamos trabalhando para que essa agropecuária continue sendo uma força na propulsão da economia brasileira. E tenho certeza que assim o será com mais esse Plano Safra e com o senhor no comando desse país”, disse Fávaro.
Haddad ainda falou que foi incluída a recuperação de terras degradadas no plano de transformação ecológica, da alçada de sua pasta, via Plano Safra.
“Vamos começar mudar a cara do Plano Safra, vamos fazer um Plano Safra mais moderno, mais arrojado, que dê visibilidade ao compromisso do presidente Lula e do Brasil com a redução da emissão de carbono para colocar a nossa agricultura e nossa pecuária na dianteira do que tem de melhor e mais ousado no mundo.”
O Plano Safra oferece linhas de crédito, incentivos e outras políticas para médios e grandes produtores. Além disso, foram liberados R$ 108 bilhões em recursos de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) — títulos de dívidas emitidos por instituições financeiras, voltados ao financiamento do agro. O valor é complementar ao montante do Plano Safra.
Dos R$ 400,59 bilhões anunciados para a classe empresarial, R$ 293,29 bi serão voltados a atividades de custeio e comercialização, e R$ 107,3 bi a investimento em negócios. As taxas de juros variam entre 8% a 12%, a depender do programa.

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