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O Plano Safra 2024/25, dirigido aos empresários do agronegócio, foi oficializado na tarde desta quarta-feira (3) em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília. Neste ano, serão R$ 400,59 bilhões em crédito, o que representou um aumento de 10% em relação à safra anterior. 
Os empresários ainda terão disponíveis outros R$ 108 bilhões em recursos de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), para emissões de Cédulas do Produto Rural (CPR), totalizando R$ 508,59 bilhões para o agro nacional. Segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, isso representa um aumento de 40% em relação ao último ano do governo anterior.
O plano contempla 13 programas de inovação e modernização das atividades produtivas. Durante o evento, o presidente Lula disse se sentir feliz pela realização do governo na área da produção agrícola e fez críticas à gestão anterior de Jair Bolsonaro.  
"Nós estamos reconstruindo o país. E eu tenho dito: nós encontramos o país destruído, cheio de carrapicho, cheio de mato. Tivemos que limpar a terra, tivemos que fazer o manejo da terra, tivemos que fazer as coisas que tem que fazer, semeamos, adubamos, cavamos e plantamos. Agora é hora da colheita", disse Lula, que afirmou ainda não se importar com a resistência de setores do agronegócio com as iniciativas de seu governo. 
"Eu nunca me importei, nunca levei em conta divergência política. Quando você tem a responsabilidade do governar um país, você não governa um país ideologicamente", disse o presidente. 
"E eu não tenho nenhuma preocupação de dizer para qualquer empresário da agricultura aqui: foi nos meus governos e nos governos da Dilma que a gente teve os maiores Plano Safra da história desse país", declarou 
"Vamos ser francos. Hoje não são os sem-terra que tomam terras de vocês, são os bancos", apontou o presidente. 
O ministro da Agricultura comentou a oposição política ao governo de setores do agronegócio. "Nós não estamos aqui participando do concurso simpatia, nós estamos aqui trabalhando para fazer o Brasil dar certo", disse Fávaro. 
Ele exaltou o papel das relações internacionais e do Itamaraty na abertura de mercados para o setor agrícola. "As relações internacionais mudaram de patamar nesses 18 meses. É fato e é incontestável o tanto que evoluímos nessas relações de internacionais", ressaltou  
"Novos mercados abertos. Isso é todo dia, impressionante! 152 novos mercados para os produtos da agropecuária abertos em um ano e seis meses. 51 países com que não tínhamos essas relações comerciais hoje estão disponíveis para fazer negócio", destacou o ministro.  
Edição: Martina Medina
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