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No dia anterior, a moeda norte-americana recuou 0,07%, cotada a R$ 4,9680. Já o principal índice de ações da bolsa de valores brasileira encerrou em alta de 0,62%, aos 127.804 pontos. Dólar tem leve alta
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O dólar opera com volatilidade sexta-feira (16), oscilando entre altas e baixas. Investidores repercutem os novos dados de inflação dos Estados Unidos e monitoram eventuais sinais sobre os próximos passos na condução de juros por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
Já no cenário interno, o foco fica com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, também opera em alta.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Às 14h30, o dólar subia 0,04%, cotado a R$ 4,9698. Veja mais cotações.
No dia anterior, a moeda norte-americana caiu 0,07%, cotada a R$ 4,9680.
Com o resultado, acumulou:
alta de 0,15% na semana;
ganho de 0,62% no mês;
avanço de 2,38% no ano.

Ibovespa
No mesmo horário, o Ibovespa subia 0,50%, aos 128.443 pontos.
Os papéis da Vale, de maior composição no Ibovespa, também operavam em alta e ajudavam a impulsionar o índice.
Na véspera, o índice encerrou com uma alta de 0,62%, aos 127.804 pontos.
Com o resultado, acumulou:
queda de 0,17% na semana;
alta de 0,04% no mês;
recuo de 4,76% no ano.

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O que está mexendo com os mercados?
As dúvidas sobre o futuro das taxas básicas de juros dos Estados Unidos voltaram ficar no centro das atenções do mercado nesta sexta-feira (16).
Novos dados do Departamento do Trabalho norte-americano apontaram que os preços ao produtor dos EUA aumentaram 0,3% em janeiro, depois de uma queda de 0,1%, revisada em dezembro. O número ainda veio acima do esperado pelo mercado, que projetava uma alta de 0,1% no mês.
A inflação acima do esperado volta a reforçar as perspectivas de que o Fed pode demorar a iniciar o ciclo de cortes no país. Atualmente, as taxas básicas dos EUA estão entre 5,25% e 5,50% ao ano, ainda no maior patamar desde 2001.
Mesmo assim, grande parte do mercado espera que o ciclo de cortes por parte do BC norte-americano comece ainda no primeiro semestre deste ano.
Ontem, o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, afirmou que a instituição já alcançou “avanços substanciais e gratificantes na desaceleração do ritmo da inflação”, mas que esse movimento deve acontecer de forma mais lenta do que o mercado espera.
“É provável que, em breve, consideremos o momento apropriado para que a política monetária se torne menos restritiva”, disse Bostic. “No momento, um mercado de trabalho e uma macroeconomia fortes oferecem a chance de executar essas decisões de política sem uma urgência opressiva”.
Já no Brasil, o IBGE divulgou novos dados da Pnad Contínua, com o cenário do mercado de trabalho do país. Segundo o indicador, a taxa de desemprego brasileira caiu em duas das 27 unidades da federação no quarto trimestre de 2023, demonstrando uma desaceleração gradual na formação de empregos ao longo do ano passado.
No último trimestre, os estados do Rio de Janeiro (de 10,9% para 10%) e do Rio Grande do Norte (de 10,1% para 8,3%) foram os únicos em que o desemprego teve queda estatística significativa entre os meses de outubro e dezembro. Em Rondônia (de 2,3% para 3,8%) e Mato Grosso (de 2,4% para 3,9%) houve alta. Nas demais UFs não foi registrada variação significativa.
Vale lembrar que o Brasil encerrou o trimestre terminado em dezembro com taxa de desemprego em 7,4%, no patamar mais baixo para o período desde 2014 e com recorde de trabalhadores ocupados.
*Com informações da Agência Reuters
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