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Na última sexta-feira, a moeda norte-americana teve uma queda de 0,46%, cotada a R$ 5,4618. Já o Ibovespa, principal índice de ações da bolsa, fechou em alta de 0,08%, aos 126.267 pontos. Cédulas de dólar
John Guccione/Pexels
O dólar opera em alta nesta segunda-feira (8), à medida que investidores se preparam para uma semana recheada de indicadores.
Por aqui, a expectativa fica com os novos dados de inflação medidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que devem ser divulgado na quarta-feira (10). Já no exterior, o mercado aguarda novos indicadores de preços nos Estados Unidos, na China, no México e na Colômbia.
Além disso, eventuais falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e novos desdobramentos do quadro fiscal brasileiro também ficam no radar. Na semana passada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou um corte de R$ 25 bilhões em despesas e disse que Lula determinou que seja cumprido o arcabouço fiscal.
O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, também operava em alta.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
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Dólar
Às 11h01, o dólar operava em alta de 0,41%, cotado em R$ 5,4839. Na máxima do dia, já chegou a R$ 5,4940. Veja mais cotações.
Na última sexta-feira, a moeda encerrou com uma queda de 0,46%, cotada a R$ 5,4618.
Com o resultado, acumulou:
queda de 2,27% na semana;
recuo de 2,27% no mês;
alta de 12,56% no ano.

Ibovespa
No mesmo horário, o Ibovespa caía 0,02%, aos 126.245 pontos.
Na última sexta-feira, o índice teve alta de 0,08%, aos 126.267 pontos.
Com o resultado, acumulou:
alta de 1,91% na semana;
ganhos de 1,91% no mês;
perdas de 5,90% no ano.

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O que está mexendo com os mercados?
Investidores iniciam os negócios desta segunda-feira (8) à espera de novos dados de inflação, em uma semana recheada de indicadores econômicos no Brasil e no mundo.
Por aqui, as atenções ficam com o IPCA (inflação oficial do país), que deve ser divulgado na próxima quarta-feira.
Segundo analistas da XP Investimentos, a expectativa é que o grupo Alimentação continue variando fortemente, ainda em reflexo da tragédia vista no Rio Grande do Sul. Já o grupo de serviços e monitorados devem recuar na margem — o primeiro por conta da deflação das passagens aéreas e o segundo pela desaceleração da energia elétrica e da gasolina.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ainda deve divulgar indicadores dos setores de comércio e serviços entre quinta e sexta-feira.
Além disso, novos desdobramentos do quadro fiscal brasileiro também devem ficar na mira dos investidores. Na semana passada, o anúncio de corte de R$ 25 bilhões no Orçamento trouxe alívio aos mercados, após um período turbulento em meio aos temores de que o governo não estaria comprometido com a responsabilidade fiscal.
“Tivemos a oportunidade de nos reunirmos três vezes hoje. Lula me pediu que falasse para vocês. Primeira coisa que o presidente determinou é cumprir o arcabouço fiscal. Não se discute isso. São leis que regulam as finanças no Brasil e serão cumpridas. O arcabouço será preservado a todo custo”, falou Haddad na última quarta-feira.
Eventuais novas críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à alta do dólar ou à atuação do Banco Central do Brasil (BC) também são monitoradas.
Já no exterior, o foco fica com os indicadores de preços dos Estados Unidos, em meio às expectativas dos investidores por novas sinalizações sobre os próximos passos do Fed na condução de política monetária.
Na sexta-feira, dados de empregos norte-americanos mostraram um mercado de trabalho que começa a se equilibrar, o que pode abrir espaço para que a instituição comece a cortar os juros na maior economia do mundo em breve.
Enquanto o índice de preços ao consumidor norte-americano (CPI, na sigla em inglês) deve ser divulgado na quinta-feira, a inflação ao produtor dos EUA deve sair na sexta-feira. Eventuais falas de dirigentes do Fed também ficam no radar.
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